Foi constatado que células-tronco injetadas em roedores produziram tumores de origem embrionárias chamados teratomas. Se elas forem injetadas no humano serão rejeitadas vez que, o genoma do receptor é diferente do doador. A esta altura, o leitor deverá recordar o princípio: “Os fins não justificam os meios”. No processo pretendido o fim é bom, pois a intenção é a de curar doentes, mas os meios para curá-los não são bons, pois para tanto irão levar morte ao embrião. Cristo curou muitos enfermos, mas para curá-los não matou ninguém...
Li nesse jornal. A mulher a ser assaltada e pressentindo a morte, ajoelhou-se ante ao criminoso e suplicou-lhe que não a matasse. É comovente a reação da mulher. No caso do embrião humano, ele não pode suplicar. Fisiologicamente ainda não se completou. Não poderá pedir socorro? Matá-lo é tão desumano quanto desumano foi o gesto criminoso que matou a suplicante.
A Dr. Alice Teixeira Ferreira no I congresso internacional em defesa da vida realizado entre 6 e 10 de fevereiro de 2008 em São Paulo, afirmou: “ O embrião humano não é um monte de células”. Células não são moléculas, eu acrescento. A célula é viva, a molécula não. Para se obter células-tronco seja de embrião humano, clonado ou não, é preciso se matar o embrião. O embrião tem vida repito, e não é lícito matá-lo. Dizer-se que o óvulo fecundado pelo espermatozóide só se torna gente depois de inserido no útero materno, é grotesco...
A sensatez e a lógica afirmam que a vida se inicia a quando da fecundação do óvulo pelo espermatozóide. O cristianismo, seja ele católico ou evangélico, aceita a sensatez e esta evidência lógica. Os defensores da oficialização de pesquisas estão sendo ilógicos. Peço ao leitor refletir sobre a crassa ilogicidade e incoerência: matar para que outros vivam.

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