Ouvi e vi o edificante entrelaçado ao trágico no televisivo noticiário do dia vinte deste quando, pais entregaram à polícia o filho criminoso de 13 anos. Horrorizou-se o telespectador? Se indiferente, está contaminado na psicopática cidade (sic!). Toda psicopatia é fria, sem fé, incapaz de amar e de se sensibilizar. O psicopata tem consciência do que faz, mas enchafurdou-se no egoísmo. “EGO” é latino e significa “eu”. Quem foi “eu”? Eu, foi a vaca de Júpiter.
Lembro que a psicopatia existiu no passado e no presente. Apresentam Alcibíades, general, orador e estadista grego (450 a.C) como psicopata. O psicopata pode ser criança, jovem, adulto, simpático, atencioso, atraente, qualidades estas para pressionar a presa. Ele se realiza quando faz o outro sofrer, perturba, porque qualquer um poderá ser a próxima vítima. Nem sempre mata. O psicopata tem desconexão nos circuitos cerebrais responsáveis pela emoção. Na ânsia de possuir, não percebe o ilícito.
No sistema carcerário brasileiro não existe um procedimento de diagnóstico para a psicopatia, daí a facilidade de obterem benefícios como o da redução de pena, do regime de prisão semi-aberto, o dos feriados sociais e outros. Se o diagnóstico existisse, o psicopata ficaria mais tempo preso e as reincidências diminuiriam. Assim acontece nos países onde vigora a Escala Hare (PCL). Não é fácil a distinção entre jovens aptos a reeducação e os que são refratários. Estes quando soltos, repetirão o que fizeram. A Dr. A.B os chama de animais, vampiros, parasitas, porque continuamente sugam as presas. Se menores, dizem ter transtornos de conduta – se maiores transtornos de personalidade. Ambos têm impulsividade primitiva. Sabem o que fazem e ainda se divertem. Vale a lembrança daqueles jovens que queimaram o índio que dormia na praça. A predisposição genética e a vulnerabilidade biológica se agravam quando o meio-ambiente não é favorável. Jurunas é tido como bairro violento.
Meu leitor, nunca se deve negociar com o mal. As terapias biológicas até o momento não funcionam na psicoterapia. O psicopata ficando satisfeito nas transgressões, não sente constrangimento, não fica depressivo, nem intranqüilo, não sofre com o mal que praticou. Como então tratar o sofrimento, se ele não existe?
As vítimas e familiares sim, sofrem o terrível e poderão chegar ao quase desespero. Nesse momento eu rezo e sentimento os familiares do policial morto.
Para terminar, passo a palavra aos técnicos, aos juristas, os legisladores, aos moralistas, aos governos e aos que defendem os bilaterais direitos humano. Ajudem-me neste alerta para que novas leis sejam promulgadas e se tenha paz.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Um comentário
Mons. Nelson Soares
É só manusearem-se escritos não distantes para se perceber pseudo-afirmações contra a Bíblia, contra a Igreja e contra os tementes a Deus. Relembro Marx: “Minhas afirmações não foram apriorísticas e sim experimentais. A História não mente”, depois ele alcandorou o Determinismo Histórico. Cito ainda Feuerbach e seus trocadilhos. Dizem: “Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. Eu contesto: o homem criou deus a sua imagem e semelhança”...
Mutatis mutandis, hoje, as afirmações são científicas, mas o propósito é o mesmo. Negar-se a Deus como causa de todas as causas e origem de todas as origens. Deus é o Criador. Do nada, do não ser, deu impulso a todas as possíveis existências.
Transcrevo agora as recentes notícias: “os cientistas fazem milagres” – “Deus é contido em um tubo de ensaio” – “foi criado o primeiro ser vivo artificial” – “o homem criou a vida”. Lembro o que o The Economist publicou: “Deus sumiu do quadro e é das mãos do homem nu, com lap top no colo que sai o raio criador da vida”. Dizeres para impressionar se não fossem vazios, ocos, irreais e sofisticados. É terrível dizia Dom Mário: “É terrível o esvaziar-se da palavra”. Na verdade a palavra é som resultante das vibrações das cordas vocais ou golfadas de ar. No entanto, elas transmitem conceitos, recados, mensagens. Recados profundos no dizer dos antigos: “Cristo o recado do Pai para a salvação”. Mas elas também poderão gerar o oposto: ofensas, insegurança, dúvidas, falsidades.
Meu Leitor, nem ontem, nem hoje, nem amanhã e nunca, os laboratórios mais precisos ou os superdotados, poderão insuflar a inércia da matéria dando-lhe vida. O humano tem seu limiar.
As articulistas Laura e Gabriela deram um tento: “Não houve criação artificial da vida, nem a criação da vida artificial”. O cientista Venter e equipe recriaram um genoma existente na natureza. Facilitaram a compreensão do povo com a metáfora: “É como alguém que desmontou um relógio e depois o remontou, instalando o conjunto de peças em um estojo diferente e o mecanismo voltou a funcionar”.
Deus é um mistério. A vida é um mistério. Se houvesse explicação para o mistério ele deixaria de o ser. A foto dos dois cientistas extasiados com a proveta na mão, não provou diferente ciclo vital. O real e total diferente acontecerá no último dia...
Mons. Nelson Soares
É só manusearem-se escritos não distantes para se perceber pseudo-afirmações contra a Bíblia, contra a Igreja e contra os tementes a Deus. Relembro Marx: “Minhas afirmações não foram apriorísticas e sim experimentais. A História não mente”, depois ele alcandorou o Determinismo Histórico. Cito ainda Feuerbach e seus trocadilhos. Dizem: “Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. Eu contesto: o homem criou deus a sua imagem e semelhança”...
Mutatis mutandis, hoje, as afirmações são científicas, mas o propósito é o mesmo. Negar-se a Deus como causa de todas as causas e origem de todas as origens. Deus é o Criador. Do nada, do não ser, deu impulso a todas as possíveis existências.
Transcrevo agora as recentes notícias: “os cientistas fazem milagres” – “Deus é contido em um tubo de ensaio” – “foi criado o primeiro ser vivo artificial” – “o homem criou a vida”. Lembro o que o The Economist publicou: “Deus sumiu do quadro e é das mãos do homem nu, com lap top no colo que sai o raio criador da vida”. Dizeres para impressionar se não fossem vazios, ocos, irreais e sofisticados. É terrível dizia Dom Mário: “É terrível o esvaziar-se da palavra”. Na verdade a palavra é som resultante das vibrações das cordas vocais ou golfadas de ar. No entanto, elas transmitem conceitos, recados, mensagens. Recados profundos no dizer dos antigos: “Cristo o recado do Pai para a salvação”. Mas elas também poderão gerar o oposto: ofensas, insegurança, dúvidas, falsidades.
Meu Leitor, nem ontem, nem hoje, nem amanhã e nunca, os laboratórios mais precisos ou os superdotados, poderão insuflar a inércia da matéria dando-lhe vida. O humano tem seu limiar.
As articulistas Laura e Gabriela deram um tento: “Não houve criação artificial da vida, nem a criação da vida artificial”. O cientista Venter e equipe recriaram um genoma existente na natureza. Facilitaram a compreensão do povo com a metáfora: “É como alguém que desmontou um relógio e depois o remontou, instalando o conjunto de peças em um estojo diferente e o mecanismo voltou a funcionar”.
Deus é um mistério. A vida é um mistério. Se houvesse explicação para o mistério ele deixaria de o ser. A foto dos dois cientistas extasiados com a proveta na mão, não provou diferente ciclo vital. O real e total diferente acontecerá no último dia...
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